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quarta-feira, 11 de setembro de 2019

O Bicho - Manuel Bandeira




O bicho

Vi ontem um bicho
Na imundície do pátio
Catando comida entre os detritos.

Quando achava alguma coisa,
Não examinava nem cheirava:
Engolia com voracidade.

O bicho não era um cão,
Não era um gato,
Não era um rato.

O bicho, meu Deus, era um homem.


O bicho declamado.

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Mapa do Turismo do Espírito Santo 2019




Região Turística Doce Terra Morena

Montanha -  Categoria D
Mucurici – Categoria D

Região Turística Pedras, Pão e Mel

Boa Esperança – Categoria D
Nova Venécia – Categoria C
São Gabriel da Palha – categoria D
Vila Pavão – Categoria E

Região Turística Doce Pontões Capixabas

Colatina – Categoria B
Governador Lindenberg– Categoria D
Mantenópolis – Categoria D
Pancas – Categoria D
São Domingos do Norte – categoria D

Região Turística do Verde e das Águas

Aracruz – Categoria B
Conceição da Barra – Categoria C
Linhares – Categoria B
São Mateus – Categoria B

Região Turística dos Imigrantes

Ibiraçu – Categoria D
Itaguaçu – Categoria D
Itarana – Categoria D
João Neiva – Categoria D
Santa Leopoldina – Categoria D
Santa Maria de Jetibá – Categoria D
Santa Teresa- Categoria C

Região Turística Montanhas Capixabas

Afonso Cláudio – Categoria D
Brejetuba – Categoria D
Castelo – Categoria D
Conceição do Castelo – Categoria E
Domingos Martins – Categoria B
Marechal Floriano – Categoria D
Vargem Alta – Categoria D
Venda Nova do Imigrante – Categoria C

Região Turística Metropolitana

Cariacica – Categoria C
Fundão – categoria C
Guarapari – Categoria B
Serra – Categoria B
Viana – Categoria D
Vila Velha – Categoria B
Vitória – Categoria A

Região Turística dos Vales e do Café

Cachoeiro do Itapemirim – Categoria B
Mimoso do Sul – categoria D
Muqui- Categoria D

Região Turística da Costa e da Imigração

Alfredo Chaves – Categoria D
Anchieta – categoria B
Iconha – Categoria D
Piúma – Categoria B

Região Turística do Caparaó

Alegre – Categoria C
Divino São Lourenço – Categoria E
Dores do Rio Preto – Categoria D
Guaçuí – Categoria C
Ibatiba – Categoria D
Ibitirama – Categoria E
Irupi – Categoria E
Iúna – Categoria C
Jerônimo Monteiro – Categoria D
Muniz Freire- Categoria  D





Saiba mais aqui: https://setur.es.gov.br/Not%C3%ADcia/novo-mapa-do-turismo-brasileiro-e-divulgado-pelo-ministerio-do-turismo?fbclid=IwAR0K11nZIZ978TyPadkffHwFHC6sMdgYB9ZRMPAJe5ujnO55p9cgdN76erw 

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019

Carlos Drummond previu a Tragédia de Mariana e Brumadinho?



Como veremos neste artigo literário de hoje, os versos do poeta Carlos Drummond de Andrade, que nasceu em Itabira, mesma cidade em que surgiu a Vale do Rio Doce em 1942, carregam um tom de tristeza com os efeitos da mineração.

O poema Lira Itabirana foi publicado em 1984 no jornal Cometa Itabirano e jamais chegou a ganhar a versão em livro. Já a tragédia de Mariana ocorreu em 2015, com o rompimento da barragem de Fundão, da mineradora Samarco, que é controlada pela Vale e pela BHP Billiton. E, recentemente, o desastre de Brumadinho reforça a premonição de Drummond.

Podemos dizer que a profunda sensibilidade e criticidade do poeta deixaram no registro do poema aquilo que viria a se tornar real?
Drummond, ao longo de toda sua produção literária, não hesitou em fazer a crítica social do seu tempo. Em muitos outros escritos, o poeta desenhou um cenário realista, melancólico e assombroso da atividade de mineração no seu estado.

Vamos analisar o poema?

“Lira Itabirana”
I

O Rio?
É doce.
A Vale?
Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga.

II

Entre estatais
E multinacionais,
Quantos ais!

III

A dívida interna.
A dívida externa
A dívida eterna.

IV

Quantas toneladas exportamos
De ferro?
Quantas lágrimas disfarçamos
Sem berro?

Carlos Drummond de Andrade, 1984


Comentários: Observe as escolhas de palavras que, ora abordam os elementos presentes no universo das mineradoras, ora são carregadas de subjetividade e sentimentos de dor, pesar e tristeza, como acontece, por exemplo, com a polissemia da palavra carga, no final da primeira estrofe. Também, a antítese presente em doce e amargo reforça a os sentimentos contrários entre a natureza e a empresa de exploração.

Na segunda estrofe, as figuras de som que aparecem após as rimas, temos ainda “Quantos ais” (onomatopeia), referindo-se às feridas provocadas pela exploração das estatais e multinacionais e De ferro e sem berro, na quarta estrofe, criando a relação entre o elemento natural ferro, que é pesado, e o sentimento guardado por todos.   Na segunda estrofe, porém, impressiona o último verso “dívida eterna”, como que parecendo ter previsto a tragédia de Mariana pois, segundo especialistas, a natureza demorará décadas para se recuperar.

Interessante é observar como é tão atual o texto de Drummond sobre a exploração de nossas riquezas naturais. Essa é a magia da Literatura!

Fonte: http://www.lerecompreendertextos.com.br/2018/03/carlos-drummond-interpretacao-poema.html

sexta-feira, 27 de julho de 2018

Aracruz Poesia: Monsenhor Guilherme (Folha do Litoral, 2010)

Olá pessoal, como estou estudando bastante sobre o município de Aracruz, resolvi dividir algumas coisas interessantes, vamos lá:


Fábio Aiolfi Aracruz Poesia
Adicionar legenda


Fábio Aiolfi Aracruz Poesia
Adicionar legenda













domingo, 24 de setembro de 2017

Conheça a triste história da foto do cavalo-marinho com cotonete



O norte-americano Justin Hofman ganhou o prêmio de "fotógrafo de natureza selvagem'"do Museu de História Natural de Londres após registrar um cavalo-marinho agarrando um cotonete. O clique foi feito na costa da Indonésia, segundo maior produtor de lixo marinho do mundo.


Hofman contou para o Washington Post que estava apostos para fotografar a criaturinha de 3,8 centímetros quando fortes "ventos" marinhos varreram uma série de dejetos em direção a ela. "O cavalo-marinho primeiro se segurou em uma alga. Eventualmente mais e mais lixos apareceram, [então] ele agarrou um cotonete", afirmou ao Washington Post.

O fotógrafo ficou impressionado com o clique e, após a comoção dos internautas, disse que não queria ter tirado a foto, mas: "Agora quero que todos a vejam".


A Indonésia tem planos de diminuir o desperdício em 70% até 2025, segundo a ONU (Organização das Nações Unidas). Hofman acredita que imagens como a dele podem ajudar as pessoas a enxergarem o grande problema que é a poluição marinha: "Essa foto serve como alegoria para o atual e futuro estado dos nossos oceanos. Que tipo de futuro estamos criando? Como suas ações podem moldar o planeta?"

Fonte: Revista Galileu

domingo, 13 de agosto de 2017

Tribalistas voltam a gravar depois de 15 anos.



15 anos depois de terem lançado seu único álbum, os Tribalistas estão retornando. Marisa Monte, Arnaldo Antunes e Carlinhos Brown fizeram o anúncio através de uma transmissão ao vivo no Facebook. 

O trio liberou quatro das dez canções do álbum e disse que as restantes serão conhecidas no final deste mês em um especial televisivo.

Lançado em 2002, a estreia dos Tribalistas foi um dos CDs mais bem sucedidos do país.

O trabalho ganhou um disco de diamante por ter vendido mais de 1 milhão e 500 mil cópias e também teve vendas expressivas em diversos países europeus. Apesar do enorme sucesso, os três mantiveram-se firmes em suas ideias inicias, recusando propostas para shows ao vivo (inclusive para shows em estádio) e demais atividades promocionais.

As canções que já podem ser ouvidas pelos fãs são "Diáspora", "Um Só", ""Fora da Memória" e "Aliança".

Fonte: Vagalume








sábado, 5 de agosto de 2017

Programação do 18º Festival Nacional de Teatro de Guaçuí



13 de agosto – Domingo
20h – Abertura e Lançamento do livro “GPP – Uma História de Teatro”, de Rômulo Mussielo
20h 30min – Ser (Tão) – Coletivo Emaranhado - Vitória – ES (Circulação Secult-ES)

14 de agosto – Segunda-Feira
14h – Uma viagem no tempo – Rerigtiba - Anchieta – ES
16h – A farra do boi bumbá – Ciclomáticos - Rio de Janeiro – RJ
20h – O beijo no asfalto – CTI - Rio de Janeiro – RJ

15 de agosto – Terça-Feira
14h – O príncipe feliz – Novo Ato - Goiânia – GO
17h – E quem quiser que conte outra – Rastro dos Astros – Ubá - MG
19h – Gato Preto – Cia. Oops - Goiânia – GO (Circulação Cultural Goiás)
20h – Os últimos dias de paupéria – Tarahumaras - Vitória - ES

16 de agosto – Quarta-Feira
14h – Juvenal, Pita e o velocípede – Pandorga - Rio de Janeiro – RJ
18h – Cordel da Morte Morrida – As Lucianas - Rio de Janeiro – RJ
20h – Ainda aqui – Cia. Cerne - Rio de Janeiro – RJ

17 de agosto – Quinta-Feira
14h – Nos bastidores da lona – Canta Circo - São Paulo – SP
18h – O Felizardo – Cia Ovorini - Sete Lagoas – MG
20h – Hello, boy – Cia. da Matilde - São Caetano do Sul – SP

18 de agosto – Sexta-Feira
14h – As aventuras de Peter Pan e Sininho – Cia. Evoé - São Paulo - SP
18h – Belfagor – Casa da Árvore - Vitória – ES
20h – Candelabro – Távola - Lauro de Freitas – BA
22h – Perdoa-me por me traíres – Experimental – Pouso Alegre - MG

19 de agosto – Sábado
14h – A pedra da lua – A lenda das icamiabas – Guaçuí – ES (Convidado)
19h – Olho – Cia Oops - Goiânia – GO (Circulação Cultural Goiás)
20h 30min – A absurda comédia de duas vidas – Gota, Pó e Poeira - Guaçuí – ES (Convidado)
21h 30min – Cerimônia de Encerramento e Premiação.

Oficinas com Fabrício Cunha (ES) e João Bosco Amaral (GO) – Debates
– Exposição de Fotografias de Eder Gaioski – Exibição de Vídeo

A Absurda Comédia de Duas Vidas - Gota, Pó e Poeira

terça-feira, 16 de maio de 2017

IV FLIC-ES terá a participação de 75 autores capixabas



A Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes) vai se transformar em um universo de livros e seus diversos formatos na IV Feira Literária Capixaba (FLIC-ES), que começa no dia 17 de maio e vai até o dia 21, das 9h às 20h. Com entrada é franca, é uma ótima opção para todos os públicos e idades.


O evento vai ter a participação de mais de 75 autores capixabas, 12 palestras (palestrantes da cena local, dos Estados Unidos, Rio de Janeiro e São Paulo), 12 mesas redondas (48 participantes), 15 contadores de histórias da capital e interior e mais de 120  pessoas envolvidos nas atividades culturais que ocorrem durante a feira como exposição de arte, contação de histórias para crianças, oficinas e muitas atrações no palco principal, desde música até danças folclóricas e regionais. A FLIC-ES atinge em média 10 mil visitantes entre alunos de escolas públicas do Estado, universitários e um público diversificado (crianças, jovens e adultos).



O evento, que tem apoio da Secretaria de Estado da Cultura (Secult), foi idealizado em conjunto pela Academia Feminina Espírito-santense de Letras, Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo e Academia Espírito-santense de Letras, com apoio institucional da Universidade Federal do Espírito Santo (Ufes).



Homenageada do Evento



Maria Stella de Novaes foi membro de diversas instituições culturais – como o Instituto Histórico e Geográfico do Espírito Santo – e é uma das fundadoras da Academia Feminina Espírito-Santense de Letras. Publicou livros sobre botânica, pedagogia, história, folclore e literatura. Nasceu na cidade de Campos dos Goytacazes, Rio de Janeiro, em 13 de Agosto de 1894 e faleceu em 1981. Estudou no Colégio Nossa Senhora da Penha, em Cachoeiro de Itapemirim, e Colégio Nossa Senhora Auxiliadora, em Vitória. Fez ainda cursos especiais de pintura, piano, violino, francês, inglês, italiano, pedagogia, filosofia e liturgia. Foi professora de desenho, caligrafia, ciências naturais e história natural. Representou o Espírito Santo em diversos congressos. Recebeu prêmios e condecorações além de diversos diplomas acadêmicos.



Serviço




Quarta-feira (17)




Lançamento de livros: 9h, 14h e 18h

Tenda principal
9h - Mágico Rodman
9h30 - Contação de Histórias: Neusa Jordem e Wanda Alckmin
 12h30 - Apresentação musical: Jeane Ponsen
14h - Mágico Rodman
14h30 - Contação de Histórias: Sandra Freitas
15h - Projeto Dança - Lei Rubem Braga
16h - Contação de Histórias: Fábio Pererê e Claudia Viúva Negra
Auditório Do CCE
9h - Palestra: “Teses já produzidas sobre a Literatura do Espírito Santo” - Taiga Scaramussa
10h - Mesa Redonda: “As Acadêmicas da AFESL: produção literária e lançamentos “Denise Nascimento Moraes Monteiro; Neusa Jordem; Silvana Sampaio Soares; Ester Abreu V. de Oliveira, Regina M. Loureiro; Ailse Cypreste Romanelli; Neusa Glória Santos, Wanda Walchimin, Gilceia Rosa de Souza. Mediador: Marcos Bubach
15h30 - Palestra: “A produção do teatro infantil do Espírito Santo” Renato Saudino XXX
16h30 - Leitura Poética com Suely Bispo: “Poemas de Miguel Marvilla”. 17h30min - Mesa Redonda: “A AEL seus membros e suas produções e lançamentos” Marcos Tavares, Getúlio Neves, Álvaro Santos, José Roberto Neves, Ester Abreu V. de Oliveira, Pedro Nunes Mediador: Anaximando Amorim
19h - Cerimônia Oficial de Abertura da IV Flic-ES – Maria Stella Novaes Presidente da Academia Feminina Espírito-santense de Letra e Coordenador Geral do IV Feira Literária Capixaba Professora Dra. Ester Abreu Vieira de Oliveira Declamação: “Cordel: Maria Stella Novaes” – Kátia Bobbio
19h45 - Palestra: “Maria Stella Novaes: uma pioneira em várias frentes” — Fernando Antônio de Moraes Achiamé.


Quinta-feira (18)




Lançamento de livros: 9h, 14h e 18h

Tenda principal
9h - Balé Infantil com a Academia Erica Marchiose
9h30 - Contação de Histórias: Neusa Jordem e Silvana Sampaio
12h – Apresentação musical: Bernardo Santos.
13h - Forró Bem Ti Vi
14h - Apresentação Ballet Liviane Pimenta
14h30 Contação de Histórias: Alzira Bossois
15h30 - Ginástica Rítmica (PMV SEMESP)
18h30 - Coral das Contas
19h - Espetáculo teatral: “O tratador de Estrelas”
Auditório do CCE
9h30- Mesa Redonda: “O soneto e a trova desenvolvidas no Espírito Santo” Wilberth Claython F. Salgueiro, Paulo Roberto Sodré, Matusalém Dias de Moura Mediador: Casé Lontra Marques
11h - MESA Redonda: “Arte e Ciência na produção cultural do Estado” Wilson Coelho, Cesar Cola, Erildo Denadai Mediador: Sonia Maria Costa Barreto
14h - Palestra: “Poemas visuais e concretos” Douglas Salomão
15h - Palestra: “O mercado literário e a demanda” Caco Appel
16h - Palestra: “O mercado de Arte e seus Desdobramentos” Dayse Egg de Resende
17h - Palestra: “O cinema no Estado: Produção. Difusão. Dificuldades’ Gilsara Mattos Côrtes, XXX, Mediadora: Valentina Ivanovna Krupnova
19h - Mesa Redonda: “A literatura e a cultura afro-indígena no Espírito Santo e abrangência” Adilson Vilaça, Rodrigo Lopes de Barros, Mediador: Manoel Góis da Silva


Sexta-feira (19)




Lançamento de livros: 9h, 14h e 18h

Tenda principal
9h - Contação de histórias: Tiana Magalhães, Grupo chão de Letras - Viagem pela Literatura
10h- Contação de histórias: Turma do Frederico - Cleyton Passos
12h30 - Atração musical: André Prando
14h - História do Boi Graúna
14h30 - Contação de histórias: Edna Brandão e Maria da Penha, Grupo Chão de Letras – Viagem Pela Literatura.
16h – Apresentação musical: FAMES
17h30 - Apresentação do Cantor Carlos Bona
18h- Projeto O Prazer da Leitura- Rede Sim e Programa Sim para a Literatura
20h - Sarau: Academia de Letras de Vila Velha
Auditório do CCE
10h - “A literatura produzida para o mundo infantil” José Arrabal
15h - Palestra: “A disseminação da literatura nas escolas: ações e dificuldades” Maria Amélia Dalvi Salgueiro
16h30 - Mesa Redonda: “Leitura, cultura e cidadania na proposta de extensão Reler & Fazer” (2017- 2018)” Orlando Lopes Mediador: Santinho Ferreira de Sousa 18h - Mesa Redonda: “Novas formas de distribuição e circulação literária” Saulo Ribeiro, Isaías Costa, Ivana Esteves Mediador: Edy Soares
19h - Mesa Redonda: “A cultura empreendedora e a infância” Cecília Bettero (Better Consultoria) Francisco Grijó (Sec PMV) Mediador: Saulo Ribeiro


Sábado (20)




Lançamento de livros: 9h, 14h e 18h

Tenda principal
9h - Contação de histórias: Eliana Zandonade, Grupo Chão de Letras – Viagem pela Literatura.
9h às 17h - Projeto Livros Gigantes – Lilian Menenguci
10h- Grupo de Dança Senior Amor e Arte – Serra
10h30 – Apresentação: Banda Mirim da Serra 1
2h – Apresentação: Cantor Cacá Marins
13h30min - Apresentação: Sanfona e Violão - Fabrica de Cultura – Castelo 14h00min - Contação de histórias: Valsema Rodrigues e Renata Nali
15h30- Apresentação: Grupo Folclórico de Reis - Serra
19h - Contação de Histórias: Mila Marques
19h Sarau Litero-musical - Academia de Letras e Artes da Serra
Auditório do CCE
9h30 - Palestra: “Mecanismo de apoio da gestão pública à produção literária no Estado do Espírito Santo” José Roberto Santos Neves
10h30 - Palestra: “A leitura e a escrita criativa na educação socioambiental” Renata Bomfim
11h30- Conversa com escritores: Orlandina Delapicolla; Willis de Farias Mediador: Paulo Roberto Ribeiro Walter de Negreiros
15h - Mesa Redonda: “Produção e atividades das Academias do Espírito Santo em prol da cultura e da literatura de seu município e lançamentos” Ibatiba: José Ribeiro; Iúna: José Saloto , Castelo: Maria José Vettorazi, Vila Velha: Horácio Xavier, Aracruz: Weber Müller, Serra: Paulo Roberto Ribeiro Walter de Negreiros Mediador: Clério Borges
17h - Mesa Redonda: “O IHGES e a divulgação cultural do nosso Estado” Walter Aguiar Filho, Vinicius Muline Mediador: Getúlio Marcos Pereira Neves
18h20 - “O acervo capixaba nas Bibliotecas” Rita de Cássia Maia e Silva Costa; Fábio Massanti Medina Mediador: Pedro Nunes


Domingo (21)




Lançamento de livros: 9h, 14h e 18h

Tenda principal
10h - Grupo de Dança Flamenca 10h- Contação de histórias: Aberto
10h30 - Palhaço Suspiro
13h30- Show De Grupos folclóricos de Araguaia – Marechal Floriano
14h - Trupe do Palhaço Mandioquinha
15h - Grupo Folclórico João Bananeira
16h30 –Mágico Mandrakeon
Auditório do CCE
10h - Encontro com escritores capixabas: Jéssica Sanz, Bernadette Lyra, Regina Menezes Loureiro Mediador: Ester Abreu V. de Oliveira
11h15- Encontro com escritores capixabas: Marcos Bubach, Edy Soares, Cinthia Pretti, Márcia Couto Zanandreia Mediador: Vinicius Molline
15h - Perfonrmance (Poema dramatizado): "Nuances Nossas", Eluza Santos e Maria Helena Braga baseado no livro de, "Lua Perfeita" da acadêmica Sônia Sancio Landrith.
16h - Encontro com escritores capixabas: Sebastião Ribeiro (Tião Xará), Sergio Quarto, André Soares Mediador: Marcos Tavares
17h- Entrega do Prêmio Capixaba de Literatura ( 3 Prêmios)
18h - Palestra: “Minha amizade com Maria Stella Novaes” João Eurípedes Franklin Leal (IHGES)
19h30 - Encerramento Sarau Lítero-musical de Alex Krüger e Beto Penedo Presidente da Academia Feminina Espírito-santense de Letra e Coordenador Geral do IV Feira Literária Capixaba Professora Dra. Ester Abreu Vieira de Oliveira, Vice Presidente Regina Menezes. Coordenadora do setor de Lançamentos e Autores capixabas.


Fonte: http://seculodiario.com.br/33987/17/iv-flic-es-tera-a-participacao-de-75-autores-capixabas

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Paulo Coelho lança "A Espiã"

O mago Paulo Coelho, se consagra como um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Seus livros (que venderam milhões e milhões), já foram traduzidos para diversas línguas. 



Sua nova obra é "A Espiã", que conta a história de Mata Hari, uma dançarina que foi acusada de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial. 



Adquira o seu!




Particularmente, Coelho é um de meus favoritos da literatura nacional. 







Eu li:
* O Diário de um Mago
* Brida
* O Alquimista
* Nas Margens do Rio Piedra eu Sentei e Chorei
* Onze Minutos
* Monte Cinco
* As Valkirias
* O Demônio e a Stra. Prym

Preciso ler os outros... Viva Coelho!





sexta-feira, 22 de abril de 2016

Poema: Historiador - Carlos Drummond de Andrade





Veio para ressuscitar o tempo 
e escalpelar os mortos, 
as condecorações, as liturgias, as espadas, 
o espectro das fazendas submergidas, 
o muro de pedra entre membros da família, 
o ardido queixume das solteironas, 
os negócios de trapaça, as ilusões jamais confirmadas 
nem desfeitas. 

Veio para contar 
o que não faz jus a ser glorificado 
e se deposita, grânulo, 
no poço vazio da memória. 
É importuno, 
sabe-se importuno e insiste, 
rancoroso, fiel. 

Carlos Drummond de Andrade, in 'A Paixão Medida' 


terça-feira, 5 de abril de 2016

Para que serviam os castelos?

Monte Saint Michel, Manche, França
Castelo Neuschwanstein, próximo a Munique, Alemanha



A principal função de um castelo não era servir de residência para o senhor feudal, mas sim como uma construção fortificada para proteger o feudo. Para entender porque é que eles surgiram, é preciso pensar sobre a Idade Média (entre os séculos 5 e 15). O período histórico surgiu após a dissolução do Império Romano. "A Europa se fragmentou, se perderam as rotas de comércio e transporte, a economia se organizou em unidades pequenas e independentes, chamadas feudos. Os castelos surgiram para defender essas unidades econômicas e todo feudo se estruturava em torno deles", explica Oswaldo Coggiola, professor da Faculdade de Filosofia, Letras e Ciências Humanas (FFLCH) da Universidade de São Paulo (USP).

Ou seja, um castelo não tem nada a ver com as construções luxuosas dos desenhos animados. O que acontece é uma mistura dos conceitos de castelos e palácios. "Há uma confusão histórica. O palácio existe desde o Império Romano e é basicamente uma casa luxuosa. Seu nome vem do latim 'palazzo', nome dado às residências dos imperadores que ficavam no Monte Palatino, em Roma. Outra característica é que os palácios são tipicamente urbanos, enquanto o castelo é rural", explica Coggiola. Se os palácios já existiam desde o Império Romano, os castelos de pedra surgiram só na metade da Idade Média e seu nome vem do latim "castellum", que significa "local fortificado". 

Desde o Período Neolítico, os homens constroem fortificações. E os castelos são uma evolução de construções como a cidade de Jericó, Tróia e os fortes romanos. Os precursores dos castelos que se tornaram famosos surgiram já no começo da Idade Média, quando góticos, lombardos e francos se apoderaram das construções romanas e criaram as primeiras fortificações rurais. Porém, Kelly DeVries em seu livro Medieval Military Technology (Tecnologia Militar Medieval, inédito em português), conta que o que impulsionou a construção de grandes fortificações foi a invasão de vikings e húngaros. Frente à ameaça, Inglaterra e a Europa continental se sentiram a necessidade de construções capazes de conter o avanço inimigo. Os primeiros castelos surgiram ente os séculos 9 e 10 e foram construídos com madeira e terra. Os mais eficazes tinham um muro de madeira cercando uma colina de terra, com um grande pátio no centro. Porém, os castelos só se tornaram eficazes quando passaram a ser feitos de pedra. Kelly DeVries diz que não há evidências de quando os primeiros foram construídos. O que se sabe é que no século 12 essas construções dominavam a Europa. No início do reinado de Henrique II, em 1154, havia 274 castelos de pedra sob o domínio do rei. 

A estrutura defensiva do castelo era impressionante. A primeira defesa era feita por um fosso que possuía as famosas pontes elevadiças. Ao redor do fosso, havia um muro externo, que poderia chegar a até 10 metros de altura e 8 metros de espessura. Em muitos castelos, esse muro também tinha muralhas, grandes blocos de pedra atrás dos quais os soldados podiam ficar em guarda. Os muros também podiam ter passarelas e aberturas por onde soldados e arqueiros atacavam os inimigos. Logo após os muros vinham as torres, estruturas mais altas e arredondadas, pelas quais se fazia o monitoramento. A porta de entrada, que ficava no muro dos castelos, também era uma estrutura de defesa. Chamada de cabine do portão, era um túnel com aberturas pelas quais se podia lançar flechas ou jogar líquidos quentes nos invasores. No fim do túnel, portas pesadas de madeira ofereciam mais um obstáculo. Depois de tudo isso, ainda podia existir mais um muro e torres internas, com as mesmas estruturas das externas. Em seguida, vinha o pátio, um espaço aberto onde o invasor ficava vulnerável ao ataque vindo das torres. No meio de tudo isso é que ficavam as outras estruturas nas quais viviam o senhor feudal, sua família, soldados e alguns súditos. Atrás dos muros havia a torre onde vivia o senhor feudal, a capela, os estábulos, os poços e os salões de exposição. Há controvérsias sobre qual seria o maior castelo já construído. Mas, segundo O livro Guinness dos Recordes, o maior castelo do mundo ainda em pé é o Castelo de Praga, com 70.000 m2.

Aproveite e acesse esse link da Casa Vogue: 
http://casavogue.globo.com/LazerCultura/noticia/2012/06/top-10-os-mais-belos-castelos-do-mundo.html

Fonte: Nova Escola.
Link: http://revistaescola.abril.com.br/historia/fundamentos/serviam-castelos-474476.shtml

domingo, 13 de março de 2016

Poema: Lágrimas- Vilma Belfort


A lágrima vem
Em imprevista arquitetura
Em silhueta pálida
Escorre cálida
Da subalterna agonia
Do silêncio que espia
Da aurora sem pássaros
A cada sol que passa
Em quase nudez
E cala-se...


Vilma Belfort


segunda-feira, 16 de novembro de 2015

“Lira Itabirana”, de Carlos Drummond de Andrade


I
O Rio? É doce.
A Vale? Amarga.
Ai, antes fosse
Mais leve a carga.

II
Entre estatais
E multinacionais,
Quantos ais!

III
A dívida interna.
A dívida externa
A dívida eterna.

IV
Quantas toneladas exportamos
De ferro?
Quantas lágrimas disfarçamos
Sem berro?

domingo, 28 de junho de 2015

Tudo que vicia começa com C (Luiz Fernando Veríssimo)


Por alguma razão que ainda desconheço, minha mente foi tomada por uma ideia um tanto sinistra: vícios.
Refleti sobre todos os vícios que corrompem a humanidade. Pensei, pensei e, de repente, um insight: tudo que vicia começa com a letra C! De drogas leves a pesadas, bebidas, comidas ou diversões, percebi que todo vício curiosamente iniciava com cê. Inicialmente, lembrei do cigarro que causa mais dependência que muita droga pesada. Cigarro vicia e começa com a letra c. Depois, lembrei das drogas pesadas: cocaína, crack e maconha. Vale lembrar que maconha é apenas o apelido da cannabis sativa que também começa com cê.
Entre as bebidas super populares há a cachaça, a cerveja e o café. Os gaúchos até abrem mão do vício matinal do café mas não deixam de tomar seu chimarrão que também – adivinha – começa com a letra c. Refletindo sobre este padrão, cheguei à resposta da questão que por anos atormentou minha vida: por que a Coca-Cola vicia e a Pepsi não?
Tendo fórmulas e sabores praticamente idênticos, deveria haver alguma explicação para este fenômeno. Naquele dia, meu insight finalmente revelara a resposta. É que a Coca tem dois cês no nome enquanto a Pepsi não tem nenhum. Impressionante, hein?
E o computador e o chocolate? Estes dispensam comentários. Os vícios alimentares conhecemos aos montes, principalmente daqueles alimentos carregados com sal e açúcar. Sal é cloreto de sódio. E o açúcar que vicia é aquele extraído da cana.
Algumas músicas também causam dependência. Recentemente, testemunhei a popularização de uma droga musical chamada “créeeeeeu”. Ficou todo o mundo viciadinho, principalmente quando o ritmo atingia a velocidade… cinco. Nesta altura, você pode estar pensando: sexo vicia e não começa com a letra C.
Pois você está redondamente enganado. Sexo não tem esta qualidade porque denota simplesmente a conformação orgânica que permite distinguir o homem da mulher. O que vicia é o “ato sexual”, e este é denominado coito.
Pois é. Coincidências ou não, tudo que vicia começa com cê. Mas atenção: nem tudo que começa com cê vicia.
Se fosse assim, estaríamos salvos pois a humanidade seria viciada em Cultura…”

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Regina Caciquinho


A autora nasceu a Salvador/Ba Brasil, em 15/11/1959 estudou magistério , lecionou como professora de Português  em escolas particulares, trabalhou  também como coordenadora de escolas infantis, havendo também é claro outras experiências profissionais. Muito dedicada ao conhecimento e aprendizado na área de comunicação e mística espiritualista. Com a magia se pode interferir em todas as situações havendo necessariamente muita compreensão para entender a nossa correspondência com o Universo.

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REGINA CACIQUINHO

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quarta-feira, 10 de dezembro de 2014

A (Bela) Arte de Dina Garcia!

Opa!
Divulgando a arte de minha amiga Dina Garcia! Entre no blog dela! Veja a infinidade de obras maravilhosas que esta talentosa artista faz!!




Contato:
75 35215451 ou  75 83114013                   dinagarcia.ap@gmail.com  
www.ateliedinagarcia.blogspot.com