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quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Paulo Coelho lança "A Espiã"

O mago Paulo Coelho, se consagra como um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Seus livros (que venderam milhões e milhões), já foram traduzidos para diversas línguas. 



Sua nova obra é "A Espiã", que conta a história de Mata Hari, uma dançarina que foi acusada de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial. 



Adquira o seu!




Particularmente, Coelho é um de meus favoritos da literatura nacional. 







Eu li:
* O Diário de um Mago
* Brida
* O Alquimista
* Nas Margens do Rio Piedra eu Sentei e Chorei
* Onze Minutos
* Monte Cinco
* As Valkirias
* O Demônio e a Stra. Prym

Preciso ler os outros... Viva Coelho!





terça-feira, 12 de abril de 2016

Civilizações Cretense e Micênica




Por Me. Cláudio Fernandes

As civilizações cretense e micênica, ou minoica e micênica, desenvolveram-se por volta de 2000 a. C., na região que compreende o extremo sul da Grécia, tendo assim precedido as cidades-estado da civilização grega, como Tebas, Atenas e Esparta. A civilização cretense aflorou na ilha de Creta, que fica no mar Egeu. Ela também é chamada de minoica em razão do lendário rei Minos, que teria fundado tal civilização. Já a civilização micênica estruturou-se na parte continental, em torno da cidade de Micenas, localizada próxima a Atenas.

A cidade-estado que comportou o centro da civilização cretense foi Cnossos. Nessa cidade, o palácio do rei constituía o ponto central de onde partia toda a organização da cidade. Além de ser uma construção monumental, o palácio cretense era uma complexa obra de engenharia. Sua estrutura contava com aquedutos construídos com terracota que irrigavam água a quilômetros de distância. Seu interior foi especialmente projetado para comportar toda a família real e todos os subalternos que gestavam a administração da cidade. Além disso, as paredes dos recintos interiores do palácio eram cuidadosamente ornamentadas e pintadas com a técnica do afresco.

Arqueólogos e historiadores especulam que o fim da civilização cretense remonta ao ano de 1450 a. C. Por volta desse ano, a cidade de Cnossos teria sido destruída ou por um vulcão ou pela pilhagem da civilização micênica. Essa última, a civilização micênica, começou a formar-se por volta de 1600 a.C., tendo atingido o seu apogeu entre 1400 e 1230 a.C. Os micênicos descendiam das tribos invasoras indo-europeias que alimentaram ondas migratórias para o sul da Europa a partir do ano 2.000 a.C, tal como os dórios, jônios, eólios e aqueus, que viriam a construir as outras civilizações da antiga Grécia.

Toda estrutura administrativa, econômica e cultural dos micênicos, que acabaram conquistados pelas tribos dórias, foi herdada dos cretenses — civilização à qual submeteram seu jugo. A característica da centralidade do palácio do rei também esteve presente entre os micênicos, cuja importância foi registrada pelo estudioso do pensamento grego, Jean-Pierre Vernant, como pode ser visto no trecho a seguir:

“Quando no século XII, antes de nossa era, o poder micênico desaba sob o ímpeto das tribos dóricas que irrompem na Grécia continental, não é uma simples dinastia a sucumbir no incêndio que assola alternadamente Pilos e Micenas, é um tipo de realeza que se encontra para sempre destruída, todo uma forma de vida social, centralizada em torno do palácio, que é definitivamente abolida, um personagem, o Rei divino, que desaparece do horizonte grego. A derrocada do sistema micênico ultrapassa largamente, em suas consequências, o domínio da história política e social.” (VERNANT, J.-P. As origens do pensamento grego. São Paulo: Difel, 1984, p.6).

Fonte: Site História do Mundo
Link: http://historiadomundo.uol.com.br/idade-antiga/civilizacao-cretense-micenica.htm


Teseu e o Minotauro de Creta

Para combater o touro de Creta, foi enviado anteriormente por Egeu o jovem Androgeu, que era filho de Minos e sua esposa Pasífae, reis de Creta. Dizem que o motivo foi a inveja pelo desempenho do jovem nos jogos de Atenas. Como o jovem pereceu tentando matar o touro, seu pai Minos resolveu fazer uma guerra contra Atenas, da qual saiu vencedor. Uma variante do mito dá a morte de Androgeu por motivos políticos, pois este teria se unido aos Palântidas, que eram inimigos de Egeu. Minos rumou para Mégara com sua poderosa esquadra e logo partiu para cercar Atenas. Durante a guerra uma peste enviada por Zeus contra os atenienses provocou a derrota de Egeu, o que levou o rei Minos a cobrar uma taxa a cada nove anos. A taxa foi em forma de sete rapazes e sete moças atenienses enviados para Creta, onde seriam colocados no labirinto para serem devorados pelo seu filho monstruoso, o Minotauro. Na terceira remessa de jovens, Teseu estava presente e resolveu intervir no problema. Entrou no lugar de um jovem e partiu para Creta para entrar no Labirinto. Na partida usou velas pretas para navegar e seu pai entregou-lhe um jogo de velas brancas, para usar caso saísse vitorioso na missão.

Com efeito, a linda Ariadne, filha do poderoso Minos, apaixonou-se por Teseu e combinou com ele um meio de encontrar a saída do terrível labirinto. Um meio bastante simples: apenas um novelo de lã.

Ariadne ficaria à entrada do palácio, segurando o novelo que Teseu iria desenrolando à medida que fosse avançando pelo labirinto. Para voltar ao ponto de partida, teria apenas que ir seguindo o fio que Ariadne seguraria firmemente. Teseu avançou e matou o monstro com um só golpe na cabeça.

quarta-feira, 15 de julho de 2015

Meu perfil no Recanto das Letras

Olá pessoal,
algumas pessoas me escreveram pedindo informações sobre onde encontrar meus textos! Fácil! No site Recanto das Letras, tenho um perfil. Conheça clicando aqui!

Obrigado pelo carinho.
Abraço. 
F.A.

domingo, 8 de fevereiro de 2015

Projeto utiliza poesia para estimular leitura e escrita entre estudantes

Com objetivo de divulgar a produção literária na escola e na rede virtual, proposta estimula criatividade em estudantes do ensino fundamental

Uma forma de poesia sintética de apenas seis palavras-versos, a aldravia, foi a fórmula encontrada pela professora Viviane Felisberto para estimular o gosto pela leitura e a escrita entre seus alunos na Escola Municipal Marphiza Magalhães Santos, no município mineiro de Santa Bárbara.

O projeto Aldravilhando, desenvolvido com estudantes do quinto ano do ensino fundamental, foi um dos finalistas da sétima edição do Prêmio Vivaleitura, na categoria 2, destinada a escolas públicas e particulares.

“Sou amante da leitura e sempre acreditei na força da educação”, diz Viviane. “Ser finalista do maior prêmio de incentivo à leitura, o Vivaleitura, com o projeto Aldravilhando, mostra que estamos no caminho certo.”

Interdisciplinar

Segundo a professora, o projeto trabalha o ato de ler com o de escrever, o ato de estudar a obra e a vida do autor com o ato de conhecê-lo e o ato de criar com o ato de divulgar a produção literária na escola, na padaria e na rede virtual.

“O projeto trabalha com a tríade escola, família e sociedade, referenciais para disseminar o prazer pela leitura, pelo livro, pela literatura e pela criação poética”, destaca.

De acordo com Viviane, à medida que os estudantes avançam no ensino fundamental, os textos literários mais estudados são de prosa. “A poesia, joia rara da literatura, perde, aos poucos, espaço para outros textos que trabalham com linguagem direta e de fácil assimilação”, avalia.

Por isso, em parceria com a direção e a coordenação pedagógica da escola, ela resolveu desenvolver esse projeto, que tem a finalidade de criar o gosto, o prazer e a paixão pela leitura de poesia sintética na escola e na família.

Vanguarda

Aldravia vem de aldrava, argola de metal utilizada para bater as portas dos antigos casarões como os que existem até hoje em cidades mineiras como Mariana, onde surgiu esse movimento poético, no ano 2000. E alguns autores aldravistas que residem nesse município, próximo de Santa Bárbara, foram convidados a visitar a escola. Assim, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer pessoalmente Andreia Donadon Leal, J.B. Donadon, Gabriel Bicalho e Cecy Barbosa.

Atividades

Durante a realização do projeto, os alunos também participaram de oficinas de criação poética e tiveram a oportunidade de divulgar sua produção nos murais da escola, em jornais e nas redes sociais.

A fim de estimular a leitura dos poemas pelas famílias e a criação de novas poesias foi criada a bolsa Aldravilhando, usada para armazenar um kit literário de aldravias.

Na visão de Viviane, o projeto possibilitou a ampliação e o aprofundamento da aprendizagem dos alunos por meio da apropriação da leitura e escrita, bem como o desenvolvimento de análise crítica, tanto em relação a sua própria criação literária quanto a dos colegas.

Outros benefícios foram a elevação da autoestima, um maior estímulo à criação poética e à produção artística, bem como o compartilhamento de impressões e opiniões sobre passagens preferidas nas obras.

Ansiosa para dar continuidade ao trabalho em 2015, a professora está à procura de parcerias que possam contribuir para a disseminação do projeto. Pedagoga com pós-graduação em psicopedagogia, ela trabalha no magistério há 22 anos.

Fonte:
Portal do Professor 

domingo, 28 de dezembro de 2014

Fernanda Montenegro diz que “selfie” é uma idiotice e espera que seja apenas uma fase



Fernanda Montenegro
Febre em 2014, o “selfie” não é adorado por todos. Ao contrário, para a atriz Fernanda Montenegro, o autorretrato não passa de “um horror, uma idiotice”. A declaração da celebridade foi feita após o Troféu Mário Lago entregue este ano ao jornalista Willian Bonner, no programa Domingão do Faustão.


A famosa atriz declarou que a moda é pior do que o fotógrafo paparazzi. “É de uma tal maneira vulgar, invasora. Você está correndo para pegar um avião e vem três ou quatro pessoas para uma bater uma foto. Eu me pergunto: vai fazer o que com isso?”, questionou.

Fernanda Montenegro, única atriz brasileira a ser indicada ao Oscar, revelou ainda que não se submete mais as “selfies”. “Até algum tempo atrás eu me submetia, hoje não me submeto mais. Às vezes vem fazendo chantagem com criança e o garoto não quer tirar foto alguma. É uma idiotice, espero que seja um fase”, finalizou.

Fonte: Diário do Nordeste

quinta-feira, 11 de dezembro de 2014

Poesia e voz de Letícia Sabatella em Nova York


Se na TV e nos palcos Letícia Sabatella (42) impressiona com seu talento, espere só até ver e ouvi-la soltar a voz. É de arrepiar. Performática e afinadíssima, a atriz embalou convidados do Castelo de CARAS com o show Tonteria Pocket, no qual vem imprimindo e experimentando sua musicalidade. “Era um desejo antigo unir canto, teatro e dança; a música sempre compôs as minhas emoções”, disse ela, cujo ritmo é dado pelo amado, o músico e ator Fernando Alves Pinto (45), com quem é casada há um ano. “Nosso encontro foi artístico e amoroso”, frisou a bela, que conta com os músicos Paulo  Braga (50) e Zéli Silva em sua trupe, formada em meados deste ano. “Não vamos deixar de lado o trabalho de ator e atriz, no show há interpretação”, garantiu Fernando, que, além de cantar, toca trompete e um inusitado serrote. No repertório, canções autorais de Letícia dividem espaço com versões de clássicos, como 'Geni e o Zepelim', de Chico Buarque (70). “Não me interessou trabalhar com um ritmo único, mas sim levar minhas sensações para a linguagem musical. É desta particularidade que vem o universal”, definiu ela, aplaudida na primeira fila pelos atores Júlio Rocha (35) com sua Patrícia Gutkoski (32), Henri Castelli (36) e Luiza Valdetaro (29). “Sempre achei a Letícia uma atriz espetacular e linda. Não sabia que ela cantava. A ideia deste projeto que ela criou com o marido é sensacional”, surpreendeu-se Henri. “Agora fiquei na dúvida se ela é melhor atriz ou cantora!”, indagou Luiza.

A relação de Letícia com a música é antiga. Foi ainda na infância que ela teve seus ouvidos estimulados. “Minha família sempre foi musicalmente rica. Era criança e já frequentava concertos. Minha avó vivia cantando e assobiando. Seu ritmo estava nas pequenas coisas, como o barulho do pedal da máquina de costurar”, relembrou ela, que nos últimos tempos viu aflorar o desejo de unir voz e ofício. “Isso se intensificou quando gravei Caminho das Índias, em 2009. Comprei um gravador para decorar textos e acabei usando para gravar músicas. A rotina era agitada e cantar me ajudou a relaxar”, contou. “Letícia tem musicalidade fervente. Ela não fica presa às regras, ela inventa e se reinventa”, destacou Fernando. Por falar em família e raízes, Letícia contou com presença especial do pais, Ivan Sabatella Filho (71) e Marilza Sabatella (68), na plateia. Para surpresa e emoção dos convidados, a atriz mirou os holofotes da noite na mãe ao chamá-la para cantar Se Mi Vuoi Lasciare. “Meu sonho é ter a voz da minha mãe. Ela é minha musa inspiradora”, derrete-se ela.

Aplaudidíssima, dona Marilza mostrou-se modesta após a apresentação solo. “Ela insistiu para eu cantar! Não sou profissional, mas a música é uma terapia para mim”, ponderou. A troca de carinhos entre mãe e filha inspirou Simone Soares (37). “Minha filha se parece um pouco com Letícia. Tem o cabelo preto, olhos de jabuticaba e canta muito bem. Ela tem esse dom musical. Imaginei, daqui uns 20 anos, ela cantando e me chamando ao palco com ela”, disse a atriz, citando a filha, Luana (10), fruto da união com o ex, o diretor da Globo Mario Meirelles (52). Após a impecável apresentação, Letícia e sua trupe não escondiam o sorriso com a sensação de missão cumprida e com os elogios que, sem dúvidas, conquistaram os novos fãs. “Ela não só canta, ela interpreta. Canta com o coração e com a alma”, frisou Leila Schuster (41) com seu José Luiz Gandini (56). “Afinada, corajosa e eclética”, comentou Marcos Frota (58) com o produtor Frederico Lapenda (45). Diante da consagração, o casal já faz planos. “Queremos gravar um DVD, afinal, nosso apelo visual no palco é forte”, finalizou a atriz.

Fonte: Caras