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quinta-feira, 19 de dezembro de 2019

Rinha em Mairiporã, SP


Saudações!

Alguns monstros estão saindo do armário. A mídia está ficando atenta com os animais? Resolvi escrever uma poesia sobre este ato de barbaridade que aconteceu em Mairiporã, em São Paulo. 
Essa não foi a última rinha e está longe de ser a primeira. Denuncie! 



Poesia: Rinha em Mairiporã

segunda-feira, 25 de março de 2019

Toda quinta, um poema

Salve!

Estou postando em meu canal do Youtube, um poema por semana. Estou gostando muito do resultado. 

Este projeto se chama: 
Toda quinta, um poema.

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Efe.



Fábio Aiolfi - Corações na Prateleira


Fábio Aiolfi - O Nascimento de Vênus





sábado, 1 de setembro de 2018

Prisioneiro da Eutanásia estreia no Festival de Teatro do Piauí

Os atores Everk Amorim e Denis Silva em cena.


Opa! Aqui estoy!


A peça: Prisioneiro da Eutanásia que escrevi com o meu grande amigo Flávio Cavalcante, estreou ontem no Festival de Teatro do Piauí. Uma produção do Grupo Cangaço de Teatro, no Teatro Maria Bonita.
O espetáculo conta com a direção de Rosivaldo Olivetto e o duo maravilhoso de atores: Everk Amorim e Denis Silva

Fiquei muito feliz em ver este texto nas mãos responsáveis deste grupo incrível. 

☺️





Programação do Festival 



quinta-feira, 25 de dezembro de 2014

A História do Papai Noel


É Natal, faça seu pedido ao Papai Noel! Já reparou que em todo fim de ano uma leva de “bons velhinhos” são expostos por todos os lugares?
Pois bem, Qual a verdadeira História do Papai Noel?
Na Turquia,  o bispo Nicolau era um homem muito bom, que ajudava os mais necessitados, dando-lhes um saquinho de moedas.
Posteriormente, Nicolau é santificado. Existiam relatos de milagres atribuídos a ele.
Essa imagem de um “bom velhinho” foi se espalhando, mas, com a propaganda feita pela marca de refrigerantes Coca Cola, em 1931, que a imagem foi fixada. Um velhinho com roupas vermelhas, e detalhes em preto e branco.
No universo infantil, a criança precisa se comportar muito bem durante todo o ano, desta forma, no natal, vem à recompensa.

As cartas escritas para o Papai Noel são feitas embaladas por uma forte esperança de ganhar o desejado. Quando chegam ao Polo Norte, os duendes verdes, fiscalizam, conferindo os “precedentes criminais”. Passando esta etapa, o presente é fabricado! No dia do natal, Papai Noel, sobe em seu trenó, com teu saco vermelho cheio. É dada a largada, e suas renas vão em direção ao primeiro presente entregue pela chaminé.

Feliz Natal Pessoal!
Fábio Aiolfi

Fonte: Site Sua Pesquisa


quinta-feira, 13 de novembro de 2014

Até mais, Marlynho!



Eu só queria ter mais um tempinho com você!

A vida é um mistério. E lutar contra a morte é algo impossível. Quando pequeno tive uma cachorrinha (Mili) que se foi, mas deixou uma grande saudade. E não queria ter outro, para não passar por aquela situação novamente. Mas eu ganhei o Marley! Sim! Já veio com este nome por se parecer com o do filme “Marley e Eu”. A Elisa e o Nirlan me presentearam! Logo na primeira noite – com apenas dois meses, só conseguia dormir se minha mão estivesse sobre seu corpinho.
Marley foi achado na rua. Tinha a marca de um corte na cabeça – que peço a Deus que perdoe a pessoa que vez isso, e/ou o abandonou. Mas ao mesmo tempo, agradeço a esta pessoa por ter me dado à oportunidade de conhecer e conviver com esse cachorro-príncipe.
No dia seguinte que o ganhei, assisti ao filme, estava desvanecendo em lágrimas, só de pensar em um dia perder meu cãozinho recém-chegado. Comprei roupinha, ração, shampoo, condicionador, perfume, biscoitos, chicletes, mordedores, caminha, remédios e vacinas, tudo para dar a melhor vida que ele pudesse ter. Meus pais também, sempre o paparicavam da melhor forma.

Eu não sei se é coisa de Marley’s, mas ele fez quase todas as loucuras que o do cinema fez. Já briguei muito e eduquei também. Foi um cachorro muito bom, que quando queria comer um biscoito, após meu sinal com o dedo ele sentava esperando o brinde. Eu colocava o biscoito colado no focinho. Marley não comia, estava esperando um novo comando. Mas seus olhos “pidões” não deixavam demorar. Eu dizia: - Come Marley! – com toda a delicadeza abocanhava o biscoito, mastigando pausadamente. Isso se repetiu por todos os cincos anos que se sucederam.
 Ou se quisesse subir na cama, usava seu ultra poder do “olho triste”. Me dava dó: - Tadinho do Marley... – Uma patinha subia na cama. – Marley está com frio? – Mais uma patinha! – Você é muito dengoso? – pronto! Subia por completo.
Às vezes aprontava alguma coisa. Um dia foi meter o bedelho onde não era chamado, e cerca de cinco espinhos de um ouriço, entraram em seu focinho curioso, eu não conseguia extraí-los, fomos às pressas ao veterinário. Era umas dez horas da noite. Já sedado, segurei suas patas para que o médico retirasse os espinhos, cada um que saía, uma rajada de sangue o acompanhava, fui ficando tonto ao ver aquele líquido vermelho escuro. No dia seguinte, lá estava Marley cheirando as plantas.  
Perdi as contas de quantas vezes usei sua barriga como travesseiro, ou quantas vezes tive que ensinar onde era o local certo do xixi. Ou quem sabe, quantas vezes escalava os muros altos para namorar, quantos buracos na terra, quantos pelos brancos pelo chão, quantos pesadelos que tinha, quantas vezes me fez ri! Aposto que me ver triste, onde é que esteja, deve está sendo muito difícil. Todos os meus momentos de tristezas, ele sempre vinha como quem queria tirar a angústia de mim. E conseguia!
Quando soube da notícia (mensagem enviada por minha mãe), eu estava na sala de aula. Li e exclamei: Ai, meu Deus! – cobri meus olhos, mais não tinha como esconder o inevitável: as lágrimas.  
Aqueles insensíveis que não sabem, ou não dão importância para os que sofrem com a perda de seus animais, podem me julgar. Mas Marley foi um dos poucos amigos que tive! Tão poucos que cabem todos nos dedos de uma só mão.
O que lamento é que nunca mais o verei correndo quando eu chegava, e nunca mais verei seu rabinho  balançando. O dia treze de novembro ficará marcado para mim!

Até mais Marlynho, e se te encontrar um dia, morderei sua orelha e darei um abraço muito forte para arrancar a saudade que vou carregar no meu peito.