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sexta-feira, 5 de junho de 2026

Minha participação do programa #MEUPOEMA da Tv Pegadas

 Olá pessoal!

Ano passado eu criei e dirigir o programa #MEUPOEMA e teve sua primeira temporada, os mais incríveis poetas. Nesta segunda temporada, eu começo abrindo alas para muitos talentos que estão chegando por aí. Os episódios estão imperdíveis. 



segunda-feira, 4 de maio de 2026

Poema: No Meio do Caminho - Carlos Drummond de Andrade










No meio do caminho tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
tinha uma pedra
no meio do caminho tinha uma pedra.

Nunca me esquecerei desse acontecimento
na vida de minhas retinas tão fatigadas.
Nunca me esquecerei que no meio do caminho
tinha uma pedra
tinha uma pedra no meio do caminho
no meio do caminho tinha uma pedra.





sexta-feira, 16 de janeiro de 2026

Ganhei o Prêmio Melhores do Ano de 2025 da Editora Mosaico Literário

 Olá pessoal!


Estou muito feliz em anunciar que ganhei o Prêmio Melhores do Ano de 2025, na categoria MELHOR POEMA INFANTO-JUVENIL por "O Bicho Papão".







segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Alumbramento – Antologia Poética

 




O lançamento do livro Alumbramento – Antologia Poética marca um momento especial na trajetória de Fábio Aiolfi, celebrando 20 anos de carreira artística, completados em 2025. A obra surge como um mosaico sensível de sua produção poética, reunindo vozes, imagens e inquietações que atravessam duas décadas de intensa dedicação à arte e à palavra. O prefácio é assinado pela também capixaba, Iteuane Casagrande. 

A caminhada artística de Fábio começou no teatro, em 2005, quando protagonizou a peça “A Magia da Água”, experiência que já revelava sua inclinação para a narrativa, a oralidade e a imaginação. Ao longo dos anos, construiu uma carreira eclética e plural, transitando com naturalidade entre diferentes linguagens artísticas. A partir de 2018, passou a publicar diversos zines, ampliando seus experimentos gráficos e literários e fortalecendo sua relação com a produção independente.

Em 2023, iniciou uma nova fase criativa ao se dedicar às artes em collage, com trabalhos publicados em livros e revistas nacionais e internacionais, consolidando seu diálogo com a poesia visual e contemporânea. Sua produção artística já foi reconhecida com diversos prêmios, reflexo de uma obra consistente, inquieta e em constante reinvenção.

Além de poeta e artista visual, Fábio Aiolfi é contador de histórias e autor de inúmeros livros, com destaque para a poesia, gênero que atravessa sua obra desde os primeiros títulos publicados em 2010, como O Silêncio do Pensamento e Phenix- Epigramas da Alma. Nos últimos anos, tem se dedicado também ao seu canal no YouTube, Andarilho Capixaba, onde divulga a cultura, a arte e as belezas do Espírito Santo, fortalecendo seu vínculo com o território e a identidade capixaba.

Alumbramento – Antologia Poética não é apenas um lançamento, mas uma celebração da palavra como resistência, encanto e memória. O livro reafirma a trajetória de Fábio Aiolfi como um artista múltiplo, que transforma vivências, paisagens e afetos em poesia, convidando o leitor a compartilhar do espanto, da sensibilidade e do alumbramento que movem sua criação artística.

 


Título: Alumbramento – Antologia Poética 
Autoria: Fábio Aiolfi
ISBN: 978-65-01-83607-2  
Gênero: Poesia
Páginas: 52
Prefácio: Iteuane Casagrande  


quarta-feira, 18 de dezembro de 2024

Meu poema "Infinitos" musicalizado por ias





Olá pessoal!

Estou com uma grande novidade: Meus poemas musicalizados por ias! Olha que bacana! Estou me divertindo nesta produção e vou compartilhar aqui com todos. Não poderia deixar de começar por "Infintos":


Ouça:




domingo, 1 de dezembro de 2024

3 poemas meus na nova edição da Revista Barbante

Os poemas: "A Textura da Mata", "Como Te Amo?" e "Arte", estão na edição nº71/nov24.
                                Conheça a edição Clicando Aqui





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sábado, 30 de novembro de 2024

Poema: "Os Números do Pato" de Fábio Aiolfi



Vídeo Poema: "Os Números do Pato"


Em 2023 foi lançado o fanzine: "Cartilha: Os Números do Pato" com diversas atividades para crianças que estão aprendendo a contar. Alinhado à BNCC.



Onde esse poema foi publicado:

2010- 4 Faces e o Amor
2010- O Silêncio do Pensamento
2012- Baú da Fantasia
2018- Entardecer – Antologia Poética
2022- Catipum! Antologia de Poemas Infantis [zine]
2023- Cartilha: Os Números do Pato [zine]




 

Poema Concreto: O Lagarto e a Pedra Azul

 Olá pessoal!

Este poema concreto é sobre a belíssima Pedra Azul, importante cartão-postal Capixaba.



#poesiaconcreta #literaturacapixaba #poesiacapixaba #fabioaiolfi


domingo, 21 de março de 2021

Em breve na Antologia da Editora Pé de Jambo



 Saudações pessoal!


Fui selecionado para participar da Antologia:  A Mata em seus sons formas e cores.

A Pé de Jambo é uma editora Capixaba!

Viva o povo capixaba! Viva Colatina!

Conheça o trabalho da editora clicando na logo:






quinta-feira, 14 de novembro de 2019

TOP 10: Melhores poemas de Mario Quintana


Poeminha do Contra

Todos esses que aí estão
Atravancando meu caminho,
Eles passarão…
Eu passarinho!


Os Poemas

Os poemas são pássaros que chegam
não se sabe de onde e pousam
no livro que lês.

Quando fechas o livro, eles alçam voo
como de um alçapão.
Eles não têm pouso
nem porto
alimentam-se um instante em cada par de mãos
e partem. E olhas, então, essas tuas mãos vazias,
no maravilhado espanto de saberes
que o alimento deles já estava em ti…


Das Utopias

Se as coisas são inatingíveis... ora!
Não é motivo para não querê-las...
Que tristes os caminhos, se não fora
A presença distante das estrelas!



Canção do dia de sempre

Tão bom viver dia a dia...
A vida assim, jamais cansa...

Viver tão só de momentos
Como estas nuvens no céu...

E só ganhar, toda a vida,
Inexperiência... esperança...

E a rosa louca dos ventos
Presa à copa do chapéu.

Nunca dês um nome a um rio:
Sempre é outro rio a passar.

Nada jamais continua,
Tudo vai recomeçar!

E sem nenhuma lembrança
Das outras vezes perdidas,
Atiro a rosa do sonho
Nas tuas mãos distraídas...


Poeminha Sentimental

O meu amor, o meu amor, Maria
É como um fio telegráfico da estrada
Aonde vêm pousar as andorinhas...
De vez em quando chega uma
E canta
(Não sei se as andorinhas cantam, mas vá lá!)
Canta e vai-se embora
Outra, nem isso,
Mal chega, vai-se embora.
A última que passou
Limitou-se a fazer cocô
No meu pobre fio de vida!
No entanto, Maria, o meu amor é sempre o mesmo:
As andorinhas é que mudam.

O tempo

A vida é uns deveres que nós trouxemos para fazer em casa.

Quando se vê, já são 6 horas: há tempo…
Quando se vê, já é 6ª-feira…
Quando se vê, passaram 60 anos!
Agora, é tarde demais para ser reprovado…
E se me dessem – um dia – uma outra oportunidade,
eu nem olhava o relógio
seguia sempre em frente…

E iria jogando pelo caminho a casca dourada e inútil das horas.

A Rua dos Cataventos

Da vez primeira em que me assassinaram,
Perdi um jeito de sorrir que eu tinha.
Depois, a cada vez que me mataram,
Foram levando qualquer coisa minha.

Hoje, dos meus cadáveres eu sou
O mais desnudo, o que não tem mais nada.
Arde um toco de Vela amarelada,
Como único bem que me ficou.

Vinde! Corvos, chacais, ladrões de estrada!
Pois dessa mão avaramente adunca
Não haverão de arrancar a luz sagrada!

Aves da noite! Asas do horror! Voejai!
Que a luz trêmula e triste como um ai,
A luz de um morto não se apaga nunca!

Cidadezinha

Cidadezinha cheia de graça…
Tão pequenina que até causa dó!
Com seus burricos a pastar na praça…
Sua igrejinha de uma torre só…

Nuvens que venham, nuvens e asas,
Não param nunca nem um segundo…
E fica a torre, sobre as velhas casas,
Fica cismando como é vasto o mundo!…

Eu que de longe venho perdido,
Sem pouso fixo (a triste sina!)
Ah, quem me dera ter lá nascido!

Lá toda a vida poder morar!
Cidadezinha… Tão pequenina
Que toda cabe num só olhar…

Bilhete

Se tu me amas, ama-me baixinho
Não o grites de cima dos telhados
Deixa em paz os passarinhos
Deixa em paz a mim!
Se me queres,
enfim,
tem de ser bem devagarinho, Amada,
que a vida é breve, e o amor mais breve ainda...

Esperança

Lá bem no alto do décimo segundo andar do Ano
Vive uma louca chamada Esperança
E ela pensa que quando todas as sirenas
Todas as buzinas
Todos os reco-recos tocarem
Atira-se
E
— ó delicioso vôo!
Ela será encontrada miraculosamente incólume na calçada,
Outra vez criança…
E em torno dela indagará o povo:
— Como é teu nome, meninazinha de olhos verdes?
E ela lhes dirá
(É preciso dizer-lhes tudo de novo!)
Ela lhes dirá bem devagarinho, para que não esqueçam:
— O meu nome é ES-PE-RAN-ÇA…

quarta-feira, 28 de agosto de 2019

Marataízes - A Pérola Capixaba (Zine)



Saudações,

tudo bom?

No dia 17 de agosto, aconteceu o lançamento do fanzine: Marataízes - A Pérola Capixaba, na Câmara dos Vereadores de Marataízes.

Este Zine é fruto de uma parceria com a escritora capixaba Bárbara Pérez.

São algumas poesias em homenagem a esta terra que tanto amamos. Em um lugar de onde a índia Ísis perde sua vida, onde o rei tem coroa e massa amarela, onde lagoas e praias se juntam na beleza da foz do Itapemirim.

É a primeira parceria da Cleópatra Editora Cartonera e Academia Marataizense de Letras, que honra!

Declamo uma das poesias no vídeo a seguir:

Poesia: Ruínas do Trapiche - Bárbara Pérez & Fábio Aiolfi.





 Declamando...




O Trapiche resiste... insiste. 



Um pouco do que rolou:





















Em breve tem mais!


segunda-feira, 25 de março de 2019

Toda quinta, um poema

Salve!

Estou postando em meu canal do Youtube, um poema por semana. Estou gostando muito do resultado. 

Este projeto se chama: 
Toda quinta, um poema.

Se inscreva, ative o sininho de notificações: Clique Aqui


Efe.



Fábio Aiolfi - Corações na Prateleira


Fábio Aiolfi - O Nascimento de Vênus