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segunda-feira, 23 de março de 2026

Chegou a "Epifanias - Antologia Poética" no Dia Mundial da Poesia!

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No Dia Mundial da Poesia, a Cleópatra Cartonera celebra a palavra em sua forma mais sensível com o lançamento de Epifanias – Antologia Poética, obra organizada por Fábio Aiolfi. A publicação marca um encontro de vozes que, entre diferentes vivências e territórios, se conectam pelo fio invisível da poesia.

Mais do que um livro, Epifanias é um espaço de revelações — instantes em que o cotidiano se ilumina e se transforma em linguagem. A antologia reúne autores do Brasil e do exterior, compondo um mosaico de emoções, olhares e experiências que reafirmam a força da escrita como expressão e partilha.

Epifanias – Antologia Poética chega, assim, como um convite ao leitor se permitir a atravessar por essas pequenas grandes revelações que só a poesia é capaz de oferecer.


 

segunda-feira, 29 de dezembro de 2025

Alumbramento – Antologia Poética

 




O lançamento do livro Alumbramento – Antologia Poética marca um momento especial na trajetória de Fábio Aiolfi, celebrando 20 anos de carreira artística, completados em 2025. A obra surge como um mosaico sensível de sua produção poética, reunindo vozes, imagens e inquietações que atravessam duas décadas de intensa dedicação à arte e à palavra. O prefácio é assinado pela também capixaba, Iteuane Casagrande. 

A caminhada artística de Fábio começou no teatro, em 2005, quando protagonizou a peça “A Magia da Água”, experiência que já revelava sua inclinação para a narrativa, a oralidade e a imaginação. Ao longo dos anos, construiu uma carreira eclética e plural, transitando com naturalidade entre diferentes linguagens artísticas. A partir de 2018, passou a publicar diversos zines, ampliando seus experimentos gráficos e literários e fortalecendo sua relação com a produção independente.

Em 2023, iniciou uma nova fase criativa ao se dedicar às artes em collage, com trabalhos publicados em livros e revistas nacionais e internacionais, consolidando seu diálogo com a poesia visual e contemporânea. Sua produção artística já foi reconhecida com diversos prêmios, reflexo de uma obra consistente, inquieta e em constante reinvenção.

Além de poeta e artista visual, Fábio Aiolfi é contador de histórias e autor de inúmeros livros, com destaque para a poesia, gênero que atravessa sua obra desde os primeiros títulos publicados em 2010, como O Silêncio do Pensamento e Phenix- Epigramas da Alma. Nos últimos anos, tem se dedicado também ao seu canal no YouTube, Andarilho Capixaba, onde divulga a cultura, a arte e as belezas do Espírito Santo, fortalecendo seu vínculo com o território e a identidade capixaba.

Alumbramento – Antologia Poética não é apenas um lançamento, mas uma celebração da palavra como resistência, encanto e memória. O livro reafirma a trajetória de Fábio Aiolfi como um artista múltiplo, que transforma vivências, paisagens e afetos em poesia, convidando o leitor a compartilhar do espanto, da sensibilidade e do alumbramento que movem sua criação artística.

 


Título: Alumbramento – Antologia Poética 
Autoria: Fábio Aiolfi
ISBN: 978-65-01-83607-2  
Gênero: Poesia
Páginas: 52
Prefácio: Iteuane Casagrande  


domingo, 21 de março de 2021

Em breve na Antologia da Editora Pé de Jambo



 Saudações pessoal!


Fui selecionado para participar da Antologia:  A Mata em seus sons formas e cores.

A Pé de Jambo é uma editora Capixaba!

Viva o povo capixaba! Viva Colatina!

Conheça o trabalho da editora clicando na logo:






terça-feira, 15 de outubro de 2019

Girafilda ganha 2ª edição



Saudações!



Meu livro: Girafilda - A Girafa, ganhou a segunda edição, pela Cleópatra Cartonera da AB Produções Artísticas. 





1ª Edição 2013
Capa da primeira edição, em 2013.




Saiba como adquirir pelo e-mail:

abproducoesart@gmail.com



domingo, 15 de julho de 2018

Entardecer - Antologia Poética




Opa!

Trago novidades, resolvi juntar algumas poesias dos meus livros antigos: O Silêncio do Pensamento (2010), Madrugadas Tardias (2011), Baú da Fantasia (2012) e Infinito (2012). 


Entardecer - Antologia Poética é o nome do livro, que é lançado pela Cleópatra Editora Cartonera, em formato artesanal. 



Selecionei algumas poesias ainda inéditas em livros.  O Entardecer de crepúsculos, a poesia se faz...
São tantos poetas, tantas palavras e tantas páginas...




Serviço:
Livro: Entardecer - Antologia Poética
Autor: Fábio Aiolfi
Formato: Artesanal
10 R$ (sem frete incluso)
Compre aqui: abproducoesart@gmail.com




quarta-feira, 7 de março de 2018

Faz de Conta, um Conto - 10 Anos de Histórias será lançando na próxima quarta!



Saudações,

É com muita alegria que eu e os envolvidos, comemoramos no último dia 28 de janeiro, uma década de Faz de conta, um Conto. 

Um projeto que inicialmente era apenas uma contação de histórias, que rodava praças, bibliotecas, escolas, asilos, aldeias e tantos outros lugares do solo capixaba, transformou-se uma rede de pesquisa, prática e ensino de Contação de Histórias.  

Na próxima quarta-feira (14), lançarei o um livro artesanal  e comemorativo com a história do projeto. 

Estamos inaugurando o setor Cleópatra Editora Cartonera, que incentiva a publicação de autores independentes. Foi a poetisa e fanzineira Daniela Dias, quem apresentou-me ao movimento cartonero. 

O trabalho de diagramação foi coletiva da AB Produções Artísticas, mas a capa e finalização é de Diego Monteiro, que também agradeço muito pelo apoio e dedicação.  

A Franciely Sampaio escreveu o prefácio, ela viveu as primeiras emoções dos aplausos recebidos pelo Faz de Conta, Um Conto. 

Para comprar o livro, envie um e-mail solicitando abproducoesart@gmail.com

Até lá!

F.

sábado, 17 de setembro de 2016

A poesia como uma ferramenta de investigação do mundo


Praticamente desconhecida dos brasileiros até o lançamento de “Poemas”, em 2011, a polonesa Wislawa Szymborska rapidamente amealhou um significativo fã-clube. Prêmio Nobel de Literatura em 1996, ela tem um estilo peculiar, uma forma muito particular de usar a poesia como ferramenta de investigação do mundo. Falando diretamente ao leitor, a quem trata como um igual, sua linguagem é simples e próxima da prosa, e embora seus temas sejam muito variados, todos são como que irmanados pelo olhar da poeta, que combina o tom aparentemente informal ao rigor na construção dos versos. 

Escritos entre 1957 e 2012, em sua maioria desprovidos de qualquer adorno, os 85 poemas reunidos em “Um amor feliz” (Companhia das Letras, tradução de Regina Przybycien, 324 pgs. R$ 44,90) reforçam essa impressão de uma autora que incorpora à poesia não exatamente um método científico, mas a inquietação dos cientistas. Muitos poemas partem de uma indagação: uma vez apresentado o problema, verso após verso Szymborska o estuda e descama, até chegar, de forma geralmente inesperada, ao seu núcleo ou solução, que apontam para algum detalhe inusitado da natureza ou algum aspecto assombroso da vida cotidiana. O mesmo procedimento de observação e análise é aplicado a diferentes assuntos, da biologia à História contemporânea, da mitologia greco-romana ao significado do tempo e da memória, das relações afetivas a questões estritamente literárias, da incomunicabilidade entre seres humanos (ou entre seres e coisas) à indiferença do universo diante de nossos pequenos dramas e conflitos.

Capa do livro da polonesa Wislawa SzymborskaEm edição bilíngue, “Um amor feliz” também traz o discurso feito pela escritora ao receber o Nobel, no qual ela fala sobre o ofício do poeta: “O poeta, se é um poeta de verdade, deve repetir constantemente para si mesmo: ‘Não sei’. Cada poema seu é uma tentativa de resposta, mas, assim que ele coloca o ponto final, já o espreita a dúvida, já começa a se dar conta de que aquela é uma resposta temporária e totalmente insuficiente. E assim tenta mais uma vez, e mais outra, e depois os historiadores da literatura juntam com um grande clipe essas sucessivas provas de sua insatisfação consigo mesmo e as chamam de sua obra.”

Nascida em 1923, Szymborska passou a juventude sob um regime comunista, que apoiou nas décadas de 40 e 50, aderindo inclusive às premissas do realismo socialista. Até 1966 foi membro do Partido. A maturidade trouxe a desilusão com as consequências práticas do socialismo real em seu país, e aos poucos sua poesia se afastou, sem trauma nem alarde, de qualquer conteúdo político, ao mesmo tempo em que incorporava um senso de humor e uma ironia muito particulares. Em 1975 assinou a “Carta dos 59”, na qual os principais intelectuais da Polónia protestaram contra a submissão à União Soviética. 

Subvertendo convicções arraigadas, os poemas de Wislawa Szymborska buscam sempre uma compreensão alternativa das coisas, estabelecendo uma lógica e uma ética próprias. Outro aspecto de sua obra a ser destacado é o caráter narrativo de alguns poemas, com cenários, personagens e ação dramática (como em “Acontecimento” e “Medo do palco”). Avessa a badalações, grupelhos e eventos literários, Szymborska morou a vida inteira na Cracóvia, onde escreveu durante décadas numa revista literária. Morreu em 2012, aos 88 anos. 

Em um dos melhores poemas de “Um amor feliz”, Szymborska estabelece um diálogo com seu duplo para interrogar sua identidade e sua relação com o passado: “Adolescente” narra o seu encontro consigo mesma mais jovem, o que lhe permite observar como as duas são diferentes em seus gostos, convicções, interesses e até mesmo na escrita; as duas, contudo, têm algo em comum: o cachecol tricotado pela mãe – sinal de um laço profundo que a passagem do tempo não desfez. O poema termina assim:

          “Na despedida, nada: um sorriso casual
          E nenhuma emoção.

          Só quando some 
          e na pressa esquece o cachecol.

          Um cachecol de pura lã,
          Com listras coloridas,

         Tricotado à mão para ela
          Pela nossa mãe.

          Eu o guardo ainda.”








Fonte: G1
Link: http://g1.globo.com/pop-arte/blog/maquina-de-escrever/post/poesia-como-uma-ferramenta-de-investigacao-do-mundo.html

quarta-feira, 14 de setembro de 2016

Paulo Coelho lança "A Espiã"

O mago Paulo Coelho, se consagra como um dos maiores escritores brasileiros de todos os tempos. Seus livros (que venderam milhões e milhões), já foram traduzidos para diversas línguas. 



Sua nova obra é "A Espiã", que conta a história de Mata Hari, uma dançarina que foi acusada de espionagem durante a Primeira Guerra Mundial. 



Adquira o seu!




Particularmente, Coelho é um de meus favoritos da literatura nacional. 







Eu li:
* O Diário de um Mago
* Brida
* O Alquimista
* Nas Margens do Rio Piedra eu Sentei e Chorei
* Onze Minutos
* Monte Cinco
* As Valkirias
* O Demônio e a Stra. Prym

Preciso ler os outros... Viva Coelho!